Quando Giraldi (2010) cita "no entanto, o que percebemos na escola é um direcionamento contínuo às formas de escrita, freqüentemente ligadas à produção de resumos e de respostas à questionários presentes em livros didático" acredito que essa situação não seja tão comum como observado em sua pesquisa. Tenho quase 20anos de profissão e o fato de responder questionário ou mesmo copiar textos é uma prática arcaica, assim quase já não faço uso dessa forma tradicional, talvez por ter sido traumatizada com tantos questionários que respondi na minha vida estudantil. É claro que em algumas vezes caimos no tradicional, mas é menos comum do instigar no aluno a percepção de mundo. Tento ensinar ciência partindo do óbvio e, muitas vezes, eles não acreditam que aquilo seja ciência. Procuro fazer um trabalho diferenciado desde as atividades em sala até em simulados; parece demagogia, mas em quase todos os trabalhos e mesmo em sala de aula durante as explicações faço questões que os induzem ao raciocínio associado ao cotidiano dos mesmos, assim tento partir dos mínimos acontecimentos da vida deles. Em suma, ela tem razão em dizer que se reproduzirem respostas que não seguem uma linha de raciocínio serão meros reprodutores e assim não serão cidadãos capazes de defender sua ideias e ideais, ou mesmo argumentar sobre seus direitos, por isso sempre digo à eles que eu não ensino ciência formo'cabeças pensantes', ou seja, pessoas que saibam fazer uso do que eu ensino, mesmo que não seja ciência, mas que, a partir da discussão, sejam capazes de aproveitar a informação para a sua vida! Posso se um pouco Poliana, mas acredito que a grande maioria dos meus colegas de curso, assim o fazem- formam cidadãos.
Estado Científico
O blog foi criado com o objetivo de compartilhar experiências entre professores de Ciências, que participam do curso de formação MGME(melhor gestão, melhor ensino) da SEE-SP, na diretoria de ensino de Ribeirão Preto. Convidamos os participantes a sempre postarem novidades e experiências bem sucedidas(ou não) sobre suas práticas pedagógicas.
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sábado, 14 de setembro de 2013
Textos científicos: competência leitoras e escritoras
Entre diversas opiniões a professora Lucelaine colaborou dando opinião sobre o texto de Giraldi (2010):
Quando Giraldi (2010) cita "no entanto, o que percebemos na escola é um direcionamento contínuo às formas de escrita, freqüentemente ligadas à produção de resumos e de respostas à questionários presentes em livros didático" acredito que essa situação não seja tão comum como observado em sua pesquisa. Tenho quase 20anos de profissão e o fato de responder questionário ou mesmo copiar textos é uma prática arcaica, assim quase já não faço uso dessa forma tradicional, talvez por ter sido traumatizada com tantos questionários que respondi na minha vida estudantil. É claro que em algumas vezes caimos no tradicional, mas é menos comum do instigar no aluno a percepção de mundo. Tento ensinar ciência partindo do óbvio e, muitas vezes, eles não acreditam que aquilo seja ciência. Procuro fazer um trabalho diferenciado desde as atividades em sala até em simulados; parece demagogia, mas em quase todos os trabalhos e mesmo em sala de aula durante as explicações faço questões que os induzem ao raciocínio associado ao cotidiano dos mesmos, assim tento partir dos mínimos acontecimentos da vida deles. Em suma, ela tem razão em dizer que se reproduzirem respostas que não seguem uma linha de raciocínio serão meros reprodutores e assim não serão cidadãos capazes de defender sua ideias e ideais, ou mesmo argumentar sobre seus direitos, por isso sempre digo à eles que eu não ensino ciência formo'cabeças pensantes', ou seja, pessoas que saibam fazer uso do que eu ensino, mesmo que não seja ciência, mas que, a partir da discussão, sejam capazes de aproveitar a informação para a sua vida! Posso se um pouco Poliana, mas acredito que a grande maioria dos meus colegas de curso, assim o fazem- formam cidadãos.
Quando Giraldi (2010) cita "no entanto, o que percebemos na escola é um direcionamento contínuo às formas de escrita, freqüentemente ligadas à produção de resumos e de respostas à questionários presentes em livros didático" acredito que essa situação não seja tão comum como observado em sua pesquisa. Tenho quase 20anos de profissão e o fato de responder questionário ou mesmo copiar textos é uma prática arcaica, assim quase já não faço uso dessa forma tradicional, talvez por ter sido traumatizada com tantos questionários que respondi na minha vida estudantil. É claro que em algumas vezes caimos no tradicional, mas é menos comum do instigar no aluno a percepção de mundo. Tento ensinar ciência partindo do óbvio e, muitas vezes, eles não acreditam que aquilo seja ciência. Procuro fazer um trabalho diferenciado desde as atividades em sala até em simulados; parece demagogia, mas em quase todos os trabalhos e mesmo em sala de aula durante as explicações faço questões que os induzem ao raciocínio associado ao cotidiano dos mesmos, assim tento partir dos mínimos acontecimentos da vida deles. Em suma, ela tem razão em dizer que se reproduzirem respostas que não seguem uma linha de raciocínio serão meros reprodutores e assim não serão cidadãos capazes de defender sua ideias e ideais, ou mesmo argumentar sobre seus direitos, por isso sempre digo à eles que eu não ensino ciência formo'cabeças pensantes', ou seja, pessoas que saibam fazer uso do que eu ensino, mesmo que não seja ciência, mas que, a partir da discussão, sejam capazes de aproveitar a informação para a sua vida! Posso se um pouco Poliana, mas acredito que a grande maioria dos meus colegas de curso, assim o fazem- formam cidadãos.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Apresentamos aqui um breve relato do fórum realizado no módulo 1 do nosso curso. O tema foi a importância do desenvolvimento científico no ensino de Ciências e sua relação com as competências leitora e escritora do aluno.
A Profa. Ana Paula colaborou iniciando sua discussão com a importância da formulação de hipóteses na Ciência, sem as perguntas, os questionamentos e as dúvidas não haveria interesse pelo conhecimento. Em seguida, fez comentários sobre a utilização de jogos para desenvolver as competências leitora e escritora dos estudantes; as atividades em sequência didática para a significação do conhecimento por parte do aluno; a história cultural do aluno influenciando no seu conhecimento científico do ambiente que o cerca; e sugeriu uma abordagem com alunos de salas de recuperação intensiva, colocando-os a lousa para escreverem ou desenharem sobre o tema da aula, assim eles podem ser protagonistas do conhecimento construído.
A profª. Mariana lembrou que o uso das tecnologias atualmente nas aulas de ciências é essencial , porém, o trabalho é restrito, pois os meios também são restritos na escola, o que acaba tornando o seu uso reduzido.
Uma alternativa que encontrou para aproximar os alunos dos assuntos estudados em sala de aula são os jogos didáticos, que podem ser produzidos com materias simples e recicláveis e os alunos adoram participar, o jogo além de proporcionar um aprendizado divertido, promove a interação e cooperação dos alunos, além de estimular a competência leitora e escritora, já que eles precisam delas para dar sequência ao jogo e obter resultados satisfatórios no final. Realizou também, comentários sobre a importância da leitura e escrita nas aulas, pois a ciência está baseada em observar, interpretar e registrar. É preciso observar para "ler" e interpretar o que o fenômeno nos indica, e, registrar o que foi observado para que o conhecimento seja construído de forma efetiva. Comentou também, acreditar que o professor pode ser responsável por estimular a leitura de seus alunos aos temas relacionados com a ciência, levando e indicando textos, revistas, livros e sites que abordem assuntos, relacionados à ciência, interessantes para eles. Porém, não podendo esquecer que a continuidade e o envolvimento com este tipo de leitura, também depende do interesse e identidade que o aluno tem com o tema e/ou assunto, e não somente com o estímulo dado pelo professor nas aulas. Concluiu opinando sobre um dos principais papéis da escola, que é formar cidadãos críticos e capazes de fazer as próprias escolhas. Escolhas que devem, acima de tudo, serem conscientes!!! O aluno precisa tornar-se autor dos próprios pensamentos e atitudes, e não, mero reprodutor do que as autoridades querem, o que está se tornando cada vez mais comum, este sim, é o maior desafio da educação.
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