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sábado, 14 de setembro de 2013

Textos científicos: competência leitoras e escritoras

Entre diversas opiniões a professora Lucelaine colaborou dando opinião sobre o texto de Giraldi (2010):
Quando Giraldi (2010) cita "no entanto, o que percebemos na escola é um direcionamento contínuo às formas de escrita, freqüentemente ligadas à produção de resumos e de respostas à questionários presentes em livros didático" acredito que essa situação não seja tão comum como observado em sua pesquisa. Tenho quase 20anos de profissão e o fato de responder questionário ou mesmo copiar textos é uma prática arcaica, assim quase já não faço uso dessa forma tradicional, talvez por ter sido traumatizada com tantos questionários que respondi na minha vida estudantil. É claro que em algumas vezes caimos no tradicional, mas é menos comum do instigar no aluno a percepção de mundo. Tento ensinar ciência partindo do óbvio e, muitas vezes, eles não acreditam que aquilo seja ciência. Procuro fazer um trabalho diferenciado desde as atividades em sala até em simulados; parece demagogia, mas em quase todos os trabalhos e mesmo em sala de aula durante as explicações faço questões que os induzem ao raciocínio associado ao cotidiano dos mesmos, assim tento partir dos mínimos acontecimentos da vida deles. Em suma, ela tem razão em dizer que se reproduzirem respostas que não seguem uma linha de raciocínio serão meros reprodutores e assim não serão cidadãos capazes de defender sua ideias e ideais, ou mesmo argumentar sobre seus direitos, por isso sempre digo à eles que eu não ensino ciência formo'cabeças pensantes', ou seja, pessoas que saibam fazer uso do que eu ensino, mesmo que não seja ciência, mas que, a partir da discussão, sejam capazes de aproveitar a informação para a sua vida! Posso se um pouco Poliana, mas acredito que a grande maioria dos meus colegas de curso, assim o fazem- formam cidadãos.

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